ASSESSORIA DE IMPRENSA

RELEASES

O Arquivo Público do Estado de São Paulo promove, no próximo dia 20, mais um evento sobre a exposição "Em nome d'El Rey: 250 anos do governo Morgado de Mateus em São Paulo (1765-1775)". Trata-se do Seminário "Documentos que viajam: correspondências entre arquivos do ultramar", que contará com a presença da professora Ana Canas, diretora do Arquivo Histórico Ultramarino (AHU), órgão integrado ao Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT), de Portugal. 

 

O evento marcará o diálogo entre Ana Canas e Heloísa Liberalli Bellotto. As especialistas abordarão a condição de "arquivos-espelho", ou seja, as relações existentes entre o Arquivo Histórico Ultramarino de Portugal e o Arquivo Público do Estado de São Paulo, já que parte dos documentos sob guarda das instituições tramitava entre a capitania de São Paulo e o reino de Portugal, sob a mediação da Secretaria de Governo da capitania e do Conselho Ultramarino.

 

Ana Canas é uma das maiores especialistas sobre os arquivos do governo português. Sua tese de doutorado pelo University College of London trata do período da Corte Portuguesa no Brasil (1808-1821). Já Heloisa Bellotto conhece como poucos as tipologias documentais da antiga Capitania de São Paulo, além de ser uma das responsáveis pelo Projeto Resgate no Estado de São Paulo, que tem como objetivo disponibilizar documentos relativos à História do Brasil existentes em arquivos de outros países.

 

O evento contará, ainda, com a participação dos pesquisadores e professores Vanessa do Monte, Adriana Conceição, Renata Munhoz e Phablo Fachin, que abordarão aspectos da língua portuguesa a partir dos manuscritos da administração colonial. Por fim, em videoconferência, Abel Rodrigues, arquivista da Casa de Mateus (Portugal), apresentará o arquivo onde se encontram os documentos pessoais de D. Luis Antonio.


SERVIÇO

 

Manhã

09:30 h - Abertura oficial

10:00 h - Apresentação Profa. Dra. Heloísa Bellotto - "O itinerário documental do Morgado de Mateus e o Projeto Resgate"

11:00 h - Apresentação Dra. Ana Canas - São Paulo do outro lado do espelho: uma travessia pelos "papéis" do Conselho Ultramarino.

12:00 h - Debate

12:30 h - Almoço

 

Tarde

14:00 h - Apresentação Dr. Abel Rodrigues, via Skype, "Arquivo da Casa de Mateus".

14:30 h - Apresentação Profa. Dra. Vanessa do Monte "Contribuições do governo Morgado de Mateus ao estudo da história da língua portuguesa no Brasil".

15:10 h - Apresentação Renata Munhoz %u2013 %u201CMuito além de protocolos: as marcas de pessoalidade nas correspondências oficiais do Morgado de Mateus%u201D.

15:40 h - Apresentação Prof. Dr. Phablo Fachin "O trabalho filológico com manuscritos da administração colonial: o caso das fontes politestemumhais".

16:20 h - Apresentação Profa. Dra. Adriana Conceição "A produção e a conservação das cartas do vice-rei D. Luís de Almeida, 2° marquês do Lavradio, como problemática de análise".

17:00 h - Debate

17:30 h -  Encerramento oficial

 

Maiores informações sobre o evento, clique  aqui.

 

 

Informações para a Imprensa

Arquivo Público do Estado de São Paulo

Núcleo de Comunicação

Carolina Xavier (11) 2089-8124 | cananias@sp.gov.br | comunicacao@arquivoestado.sp.gov.br

Juliana Takayama e Valeria Ferreira (11) 2089-8182

O Arquivo Público do Estado de São Paulo lança no dia 28 de abril a exposição "Em Nome d'El Rey: 250 anos do governo Morgado de Mateus em São Paulo (1765-2015)". A mostra trata do período colonial no Estado e ficará em cartaz até 31 de julho de 2015.

A figura central da exposição é o nobre português Luís Antônio de Sousa Botelho Mourão, o Morgado de Mateus, que chegou ao Brasil em 1765 e governou São Paulo até 1775. Sua missão era restaurar a capitania, que fora extinta em 1748.

Seu governo foi marcado por polêmicas. Ativo e enérgico, o governador trabalhou para reverter o estado de pobreza e abandono em que São Paulo se encontrava. Organizou o governo, reforçou suas defesas, criou vilas, recenseou a população e fomentou a economia.

Todas essas atividades geraram documentos escritos, como requerimentos, alvarás, avisos, provisões, patentes e cartas de sesmarias, que se consolidaram como ferramentas de governo e diz muito sobre a sociedade que a produziu: ilumina áreas como as relações de poder, estrutura agrária, economia, justiça e organização militar, proporcionando um espelho do Antigo Regime.

 O evento tem início às 9h30, com o Seminário "Em Nome d´El Rey: 250 anos do governo Morgado de Mateus em São Paulo (1765-2015)", que terá a participação de Heloísa Belloto, professora de História da USP e consultora da exposição; Ana Canas, diretora do Arquivo Histórico Ultramarino do Instituto de Investigação Científica Tropical de Portugal; Norma Cassares, diretora técnica do Núcleo de Conservação do APESP; Jobson Arruda, professor do Departamento de História e do Programa de Pós-graduação em História Econômica da USP; Vera Ferline, diretora do Monumento Nacional Ruínas Engenho São Jorge dos Erasmos da USP e presidente da Comissão Gestora da Cátedra Jaime Cortesão da USP/Instituto Camões; Pablo Oller, pesquisador da  Cátedra Jaime Cortesão; e Ana Maria Camargo, professora do Departamento de História da USP e autora de trabalhos na área arquivística.

Direcionada a todos os públicos, Em Nome d'El Rey conta com material de apoio especialmente dirigido aos visitantes que querem aprofundar o conhecimento na história de São Paulo, mergulhando no acervo do Arquivo Público. A exposição tem o apoio do Consulado Geral de Portugal, da Universidade de São Paulo (USP) e da Casa de Mateus, instituição cultural localizada em Vila Real, Portugal.


SERVIÇO

Em Nome d´El Rey: 250 anos do governo Morgado de Mateus em São Paulo (1765-2015)

Data de abertura: 28 de abril de 2015, às 18h

Período: de 28 de abril a 31 de julho de 2015

Local: Arquivo Público do Estado de São Paulo (Piso Térreo)

Rua Voluntária da Pátria, 596 - Santana, São Paulo.

Horário: Segunda à sexta, das 9hs às 17h.

Entrada: Gratuita

SEMINÁRIO "Em nome d'El Rey: 250 anos do governo Morgado de Mateus em São Paulo (1765-2015)"


Programação

9h30 - Abertura

9h50 - Heloísa Bellotto - Professora do Curso de Pós-Graduação em História da USP. Autora dos livros 'Autoridade e conflito no Brasil colonial' e 'Nem o tempo nem a distância', ambos referentes ao Morgado de Mateus - O governo do Morgado de Mateus e os contornos da restauração da Capitania de São Paulo (1765-1775).

10h30 - Ana Canas - Diretora do Arquivo Histórico Ultramarino do Instituto de Investigação Científica Tropical, em Portugal - São Paulo do outro lado do espelho: uma travessia pelos "papéis" do Conselho Ultramarino.

11h20 - Norma CianfloneCassares - Diretora Técnica do Núcleo de Conservação do APESP - O trabalho do APESP na restauração de documentos do período colonial.

11h50 - Debate

14h30 - Abertura

14h40 - José Jobson Arruda - Professor do departamento de História e do Programa de Pós-graduação em História Econômica da USP - Uma visão panorâmica do Brasil colonial.

15h20 - Vera Ferlini Diretora do Monumento Nacional Ruínas Engenho São Jorge dos Erasmos da USP e Presidente da Comissão Gestora da Cátedra Jaime Cortesão da FFLCH/USP/Instituto Camões-Como a pesquisa documental da Capitania de São Paulo tem propiciado novas interpretações da história no período colonial.

16h - Intervalo

16h20 - Pablo OllerMontSerrath - Pesquisador vinculado à Cátedra Jaime Cortesão, desenvolve estágio de pós-doutorado, com bolsa Capes, no Programa de Pós-Graduação em História Econômica da Universidade de São Paulo - Governadores de um novo tempo: o Império Português, a Capitania de São Paulo e a administração do Morgado de Mateus.

17h - Ana Maria Camargo - Professora do Departamento de História da FFLCH/USP e autora de trabalhos na área arquivística - Expondo o acervo de um arquivo público.

17h30- Debate

18h - Abertura da exposição Em nome d'El Rey: 250 anos do governo Morgado de Mateus em São Paulo (1765-2015)

 *Não é necessário inscrever-se para o Seminário.

O Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP)  pode celebrar o aumento da aplicação das ferramentas de gestão  documental pelos órgãos e entidades da administração pública estadual.

 

"A gestão de documentos é o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à sua produção, classificação, avaliação, tramitação, uso, arquivamento e reprodução, que assegura a racionalização e a eficiência dos arquivos."


Relatório feito pelo NATOS - Núcleo de Assistência Técnica aos Órgãos aponta um aumento de, aproximadamente, 78% na eliminação de documentos, após o vencimento do prazo legal de guarda.  Em 2013 foram registradas 235 operações de eliminação, já em 2014 foram 419 operações.

 

"Os órgãos e entidades estão cada vez mais conscientes da necessidade da preservação dos documentos. É importante frisar que a eliminação se dá de forma legal, com o acompanhamento técnico às CADA-  Comissão de Avaliação de Documentos e Acesso", afirma a diretora do Núcleo, Bruna Attina.

 

As Comissões de Avaliação de Documentos e Acesso são grupos multidisciplinares indispensáveis para assegurar o cumprimento das normas referentes à classificação e guarda dos documentos, bem como, de sua eliminação ou recolhimento ao Arquivo Público, se de guarda permanente.

 

São indispensáveis para a implementação da política estadual de gestão documental. Atualmente, existem 94 Comissões instituídas nos órgãos do Estado.

 

Ainda segundo o relatório, foram eliminadas 57.130 caixas de documentos (7.888 metros lineares) em 2013. Já em 2014 foram 75.529 caixas (12.025 metros lineares).

Os números representam uma economia de quase R$ 1 mi aos cofres públicos nos últimos dois anos.

Uma empresa especializada na armazenagem e gerenciamento de documentos chega a cobrar até R$ 581.573,30 para armazenar 75.529 caixas. Os valores são referentes ao custo inicial: R$ 490.938,50 e ao 'aluguel' mensal: R$ 90.634,80.

Já para o armazenamento de 57.130 caixas, o custo inicial é de R$ 371.345,00 e mensal de R$ 68.556,00.

 

"A eliminação legal dos documentos tem objetivos importantes: permite a destinação de espaço e cuidado na preservação dos documentos que tem valor histórico, otimiza os espaços  para guarda e preservação e  gera considerável  economia para o Estado", declara o coordenador do Arquivo Público do Estado, Izaias Santana.

 


ATENDIMENTO- O Arquivo Público do Estado de São Paulo, através do Núcleo de Assistência Técnica aos Órgãos do SAESP (NATOS), presta atendimento gratuito aos órgãos e entidades. Somente no ano passado foram 614 orientações técnicas por e-mail e telefone, além de 38 reuniões, 13 visitas técnicas e 4 treinamentos em órgãos diferentes. Informações nos telefones (11) 2089-8137 e (11) 2089-8138 ou pelo e-mail: cgdsaesp@sp.gov.br.

Mais de cem fotografias do Fundo Ultima Hora foram selecionadas para compor o livro


Nesta sexta-feira, 5, o Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP) lança o e-book Arquivo em Imagens: Popular/Populismo. O volume finaliza a série Ultima Hora e reúne fotografias produzidas pelo jornal, nas décadas de 50 e 60. 

Organizado pela historiadora Monique Félix, o e-book conta também com prefácio de Moura Reis, jornalista que trabalhou na Ultima Hora (UH). Fundado em 1951 por Samuel Wainer, a UH representou uma inovação estética e temática da imprensa brasileira.

As imagens do jornal foram divididas em quatro capítulos, cada qual dedicado a um presidente: Getúlio Vargas, o patrono do jornal; Juscelino Kubitschek; Jânio Quadros; e João Goulart. Essas imagens pertencem ao Fundo Ultima Hora e estão sob a guarda do Arquivo Público do Estado de São Paulo. No total, são 166 mil fotografias e 600 mil negativos, abrangendo o período de 1951 e 1970. Algumas fotografias já foram publicadas nos volumes anteriores da série UH.

O download do livro eletrônico no formato PDF é gratuito e pode ser feito a partir do endereço http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/publicacoes/memoria_ebook .

 

Sobre o Fundo Ultima Hora

O Fundo Ultima Hora está sob a guarda do Arquivo Público e foi adquirido pelo Governo do Estado de São Paulo em 1989. Além das ampliações fotográficas, o fundo reúne 600 mil negativos, 2.223 ilustrações e uma coleção de edições da Ultima Hora do Rio de Janeiro entre os anos de 1951 e 1970. Vale ressaltar que todo este acervo refere-se apenas à Sucursal do UH do Rio de Janeiro. Uma parte significativa deste acervo encontra-se digitalizada e disponível no site UH Digital (ver http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/acervo/iconografico/uh).

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O site do Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP) está de cara nova. Totalmente reformulado e de fácil navegação, o internauta poderá desfrutar de todos os serviços oferecidos pela instituição, além de realizar uma ampla pesquisa do acervo que já soma mais de 400 mil imagens de documentos digitalizados disponíveis para consulta.

Ele possui ferramentas de acessibilidade como contraste, aumento e diminuição de fonte, além de ser um site responsivo, ou seja, seu layout é adaptado de acordo com o tamanho da tela do internauta, funcionando assim de forma específica em tablets e smartphones.

Em seu conteúdo destacam-se os trabalhos de gestão documental, como Assistência aos Municípios, Sistema de Arquivos e Spdoc (Sistema Informativo que promove a gestão arquivística de documentos); Difusão, como Ação Educativa, Exposições Virtuais e Sites Temáticos; Acervo, como o Deops (Departamento Estadual de Ordem Social de São Paulo) e o Repositório Digital e, ainda, Política de Acesso, com informações sobre a CAC (Central de Atendimento ao Cidadão), Comissão Estadual de Acesso à Informação, Direitos do Cidadão e Critérios de Restrição.

Na home page há notícias e informativos mensais produzidos pelo Núcleo de Comunicação e vídeos institucionais hospedados em seu canal no Youtube, além de legislações, publicações, serviços e acesso à informação.


INSTITUIÇÃO- O Arquivo Público do Estado de São Paulo é responsável pela formulação de políticas públicas de gestão documental para o Governo do Estado de São Paulo, e possui um rico acervo sobre a História de São Paulo, formado por mais de 10 km lineares de documentação (equivalente a 12 milhões aproximadamente)

É papel do Arquivo Público atuar junto aos demais órgãos da administração estadual no desenvolvimento de instrumentos de gestão documental, como planos de classificação, tabelas de temporalidade e na definição de critérios de sigilo.

O órgão é detentor de um rico acervo histórico, com documentos textuais, fotografias, mapas, ilustrações, jornais, revistas e livros. Qualquer cidadão pode consultar gratuitamente este acervo, na sede do Arquivo Público ou pela internet. Já são mais de 400 mil imagens de documentos digitalizados e disponíveis para consulta em nosso site.

Com isso, o Arquivo Público trabalha para garantir aos cidadãos o pleno acesso às informações de interesse da sociedade, dando transparência às ações do Estado e, com isso, contribuindo para o fortalecimento da nossa Democracia.

Com isso, o Arquivo Público trabalha para garantir aos cidadãos o pleno acesso às informações de interesse da sociedade, dando transparência às ações do Estado e, com isso, contribuindo para o fortalecimento da nossa Democracia.

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Volumes doados serão distribuídos nas bibliotecas das unidades penitenciárias de todo o Estado

O Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP) doou 937 livros e revistas para a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP). O termo de adoção foi assinado na manhã desta quarta-feira (18), pelo coordenador do Arquivo Izaias Santana e pelo secretário de Administração Penitenciária, Lourival Gomes.

Os volumes serão distribuídos nas bibliotecas das unidades penitenciárias do estado de São Paulo, incluindo as regiões Oeste, Noroeste, Central, Metropolitana, Vale e Litoral, Saúde e Reintegração.

Entre os livros e revistas doados estão:A geração 45 , 'São Paulo de Hontem', Os Sertões, Cortiços de Santa Efigênia,kit 'A História de São Paulo' entre outros.

Temos cerca de 16 mil livros que podem ser doados. Lugar de livro é nas bibliotecas acessíveis aos leitores. Vamos começar o processo de distribuição desses volumes pelas bibliotecas dos órgãos públicos do Estado e depois, para as bibliotecas dos Arquivos dos municípios, afirmou o coordenador do APESP, Izaias Santana.

O secretário Lourival Gomes ressaltou a importância da doação dos livros, destacando, ainda, a necessidade da instalação de bibliotecas ou salas de leituras nas unidades prisionais.Temos uma dificuldade muito grande em montar as bibliotecas nas unidades prisionais pela falta de doação. A leitura é uma tremenda ferramenta para a atividade sadia e o hábito da leitura que, na maioria das vezes, é adquirido dentro da penitenciária. A doação desse volume feito pelo Arquivo Público contribuirá muito para uma reflexão do ato praticado pelo detento, assim como para sua projeção de um futuro melhor, disse.

O Arquivo Público do Estado já estuda a doação de uma nova remessa de livros que serão destinados, especialmente, aos estrangeiros de 95 nacionalidades (homens e mulheres) que estão detidos na penitenciária Cabo Marcelo Pires da Silva, na cidade de Itaí, região de Itapetininga.


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Livro conta com análise histórica e linguística, além de transcrição de obra manuscrita em 1796

 Na próxima quinta-feira, dia 6 de novembro, o Arquivo Público do Estado de São Paulo lança mais uma publicação em formato ePUB. Trata-se do livro Memória Histórica da Capitania de São Paulo: edição e estudo, de Renata Ferreira Costa, resultado de sua dissertação de mestrado em Filologia e Língua Portuguesa na Universidade de São Paulo em 2007.

 A publicação é munida de informações importantes sobre o contexto histórico, cultural e linguístico do Brasil do século XVIII, época na qual se situa Memória Histórica da Capitania de São Paulo e todos os seus memoráveis sucessos desde o anno de 1531 thé o prezente de 1796. Além disso, contém a edição semidiplomática ou transcrição paleográfica desta obra, produzida pelo então escriturário da Secretaria do Governo de São Paulo, Manuel Cardoso de Abreu (1750-1804).

 O download do livro eletrônico nos formatos ePUB e PDF é gratuito e pode ser feito a partir do endereço  http://www.arquivoestado.sp.gov.br/difusao/editorial_download.php.

O formato ePUB oferece uma leitura mais acessível ao leitor, já que é projetado para o conteúdo fluido, no qual a tela de texto pode ser otimizada de acordo com o dispositivo usado (computadores, tablets e smartphones).


Para acessar o e-book em computadores e tablets é necessário ter instalado no dispositivo algum dos leitores disponíveis, como o Adobe Digital Editions ou Calibre, para o formato ePUB, e o Adobe Reader, para a leitura em PDF. Para a leitura em smartphones é necessário baixar aplicativos específicos como o iBooks (para iPhone e iPad), Aldiko ou Moon Reader, entre outros, para Android.


 Sobre o Manuscrito

O códice, ou manuscrito original da obra Memória Histórica da Capitania de São Paulo e todos os seus memoráveis sucessos desde o anno de 1531 thé o prezente de 1796, faz parte do acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo. Tem 323 páginas e está em ótimo estado de conservação. No livro, Manuel Cardoso de Abreu faz um levantamento da história da Capitania de São Paulo  antes chamada de São Vicente  desde sua fundação até o ano de 1796. O manuscrito chegou a ser considerado apógrafo (ou seja, cópia) pelo historiador Afonso Escragnole Taunay, uma vez que toma como base as obras de Frei Gaspar da Madre de Deus e Pedro Taques de Almeida Paes Leme, e às vezes até transcreve trechos delas. Mesmo assim, caracteriza-se como importante produto historiográfico de uma época, possuindo grande riqueza histórico-social e linguística.

 

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Livro eletrônico reúne comunicações e conferências ministradas em 2012 em seminário em homenagem a Profª. Dra. Emilia Viotti da Costa

 

O Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP) lança, nesta quinta-feira (6) o e-book Brasileiros e brasilianistas: novas gerações, novos olhares. Nele estão reunidos os anais do Seminário Internacional Brasileiros e brasilianistas: novas gerações, novos olhares. Uma homenagem a Emilia Viotti da Costa.

O livro eletrônico é composto das comunicações e conferências ministradas em 2012 num seminário realizado no APESP em homenagem à Profª. Dra. Emilia Viotti da Costa, por sua importante contribuição à historiografia brasileira. A partir dessa perspectiva, o e-book apresenta o diálogo acadêmico entre brasileiros e brasilianistas sobre diferentes temáticas da História do Brasil.

A publicação contempla nove dos dez trabalhos apresentados no seminário, que foi composto por quatro conferências proferidas, respectivamente, pelos professores doutores James Green (Brown University), Barbara Weinstein (University of Maryland), Maria Ligia Prado (USP) e Alexandre Fortes (UFRRJ); e também por três mesas redondas São Paulo e o século XIX; Cultura e Consumo; e a ditadura à democracia nas quais estiveram presentes Ana Carolina de Moura Delfim Maciel (Museu Paulista/FAPESP), Anne G. Hanley (Northern Illinois University), Daria Jaremtchuk (USP), James Woodard (Montclair State University), Natan Zeichner Tzvi (New York University) e Rafael de Bivar Marquese (USP). A  programação completa do seminário pode ser conferida na página final do e-book.

O download do livro eletrônico nos formatos ePUB e PDF é gratuito e pode ser feito a partir do endereço  http://www.arquivoestado.sp.gov.br/difusao/editorial_download.php. O formato ePUB oferece uma leitura mais acessível ao leitor, já que é projetado para o conteúdo fluido, no qual a tela de texto pode ser otimizada de acordo com o dispositivo usado (computadores, tablets e smartphones).

Para acessar o e-book em computadores e tablets é necessário ter instalado no dispositivo algum dos leitores disponíveis, como o Adobe Digital Editions ou Calibre, para o formato ePUB, e o Adobe Reader, para a leitura em PDF. Para a leitura em smartphones é necessário baixar aplicativos específicos como o iBooks (para iPhone e iPad), Aldiko ou Moon Reader, entre outros, para Android.

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'Segunda Guerra em Revista' oferece referências para o estudo do período do conflito

 

            O Arquivo Público do Estado de São Paulo hospeda em seu site a exposição virtual 'Segunda Guerra em Revista'. Utilizando artigos de revistas e jornais da época e alguns documentos de acervo, a exposição fornece um interessante panorama sobre a Segunda Guerra e suas consequências no Brasil e no mundo.

            A proposta da exposição é apresentar referências para o estudo do período do conflito, mais especificamente no Brasil. Os cincos ambientes que compõem 'Segunda Guerra em Revista' narram o início e o desdobramento do conflito, e completam o painel histórico sobre o período Vargas (1930-1945), iniciado com a exposição 'Charge, Caricatura e Política - 1930 a 1937'.

            Com uma abordagem multidisciplinar, a exposição traz análises da linguagem utilizada tanto pelos discursos de Getúlio Vargas como pela mídia impressa, influenciada pela propaganda de guerra norte-americana. O visitante poderá encontrar diversos artigos extraídos de revistas e jornais do acervo APESP, como Hoje, Economia, Em Guarda e A Guerra Ilustrada, bem como documentos alguns prontuários do DEOPS de judeus perseguidos.

  As exposições virtuais do Arquivo Público do Estado de São Paulo são dirigidas ao público em geral, mas com uma atenção particular aos professores, com o objetivo de incentivá-los a desenvolver atividades pedagógicas utilizando documentos históricos.  Além das informações históricas, a exposição também oferece aos professores sugestões de atividades pedagógicas baseadas no assunto.

 

A exposição virtual 'Segunda Guerra em Revista' pode ser visitada através do link http://www.arquivoestado.sp.gov.br/exposicao_guerra/index.php.

 

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Exemplares datados de 1887 a 1899 estão sob a guarda do Arquivo Público do Estado de São Paulo

 O jornal abolicionista 'A Redempção' está entre os dez acervos inscritos no Registro Nacional do Programa Memória do Mundo da UNESCO  MoWBrasil. O título Patrimônio da Humanidade - foi concedido no início do mês, pelo Comitê Nacional do Brasil do Programa, que analisou outros 25 projetos.

Os 135 exemplares estão sob a guarda do Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP) desde 2008 e vieram do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP) em caráter de comodato.

A inscrição no Programa Memória do Mundo foi consolidada após diversas pesquisas que confirmaram a raridade do jornal.

Criado pela UNESCO em 1992, o Programa Memória do Mundo reconhece como patrimônio da humanidade documentos, arquivos e bibliotecas de grande valor internacional, regional e nacional, inscrevendo-os nos registros e conferindo-lhes certificados que os identificam. Tendo como objetivo estimular a preservação e a ampla difusão desse acervo, o MoW facilita a preservação desses documentos e seu acesso, contribuindo, assim, para despertar a consciência coletiva para o patrimônio documental da humanidade.

 O JORNAL

Os exemplares do jornal eram impressos em uma tipografia localizada na Confraria da Nossa Senhora dos Remédios, da qual o redator chefe, Dr. Antônio Bento foi provedor. A ele era atribuída a liderança do movimento abolicionista conhecido por Ordem dos Caifazes, grupo clandestino que promovia ações de resgate de escravos, escondendo e contrabandeando-os para lugares mais seguros, como o quilombo do Jabaquara, em Santos.

O jornal circulou com regularidade em São Paulo de 2 de janeiro de 1887 até a promulgação da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888. Após essa data, foram publicados alguns números em caráter comemorativo. O último da coleção do IHGSP é de 13 de maio de 1899. A Redempção  foi um jornal combativo, de cunho manifestamente popular, sempre repleto de ataques a fazendeiros, políticos e a outros jornais que defendiam a instituição escravista.

 Pelo seu papel na luta contra os escravocratas, o periódico tornou-se uma fonte valiosa para os historiadores e fonte de pesquisa sobre o processo de abolição em São Paulo.

O estado de conservação no qual se encontrava o jornal quando a coleção chegou ao Arquivo impediu a sua disponibilização para o manuseio dos pesquisadores. O trabalho de montagem dos fragmentos do jornal vem consumindo meses de trabalho contínuo do Núcleo de Conservação, com a ajuda de pinças e cópias de microfilme dos exemplares existentes na Biblioteca Lamont da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

 Nesse trabalho descobriu-se sete exemplares que se imaginavam perdidos, formando uma coleção de 135 números do jornal. Pelo que se conhece, foram editados no período 156 edições.

 

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A Revista Histórica é o periódico eletrônico do Arquivo Público do Estado de São Paulo

Mais um exemplar da Revista Histórica está no ar. Este número da revista online coloca em pauta a mudança do ambiente físico paulista. A cidade possuía várias regiões fluviais no final do século XIX e início do século XX. Os textos desse exemplar tentam responder o que aconteceu com esses rios, que simplesmente desapareceram das paisagens da metrópole.

Com base no seminário realizado neste ano: São Paulo e suas Águas: passado e presente, realizado no mês de março, estão publicados na Revista Histórica os três textos apresentados no evento, com a proposta de recuperar as histórias dos rios, para esclarecer os dias atuais e projetar o futuro.

No artigo São Paulo e seus rios em finais do século XIX: dos planos à criação da Comissão de Saneamento das Várzeas, Cristina de Campos escreve o processo de intervenção de saneamento das várzeas de rios, ação que muitas vezes ia contra os projetos que pretendiam integrar aos espaços urbanos. Esse é apenas um dos exemplos de assuntos abordados nos cincos textos da Revista.

A Histórica Online também traz o trabalho do Núcleo de Acervo Cartográfico que através da Tecnologia de Informação desenvolveu os mapas georreferenciados. Na seção Imagens de uma Época é possível ver fotos da Repartição de Águas e Esgotos, mostrando a construção do Sistema Cantareira, no fim do século XIX.

A Revista Histórica está disponível no endereço www.arquivoestado.sp.gov.br/historica

Sobre a Revista Histórica

A Revista Histórica é o periódico eletrônico quadrimestral do Arquivo Público do Estado de São Paulo. Herdeira da versão impressa - publicada entre 2000 e 2005 - a revista online surgiu com a finalidade de oferecer um espaço para que pesquisadores das áreas de História, Arquivística, Arqueologia, Antropologia, Sociologia e demais estudiosos da área de humanidades divulguem suas produções, sobretudo se os artigos forem produzidos com fontes do acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo. 

A próxima edição falará sobre eleições, prevista para ser lançada em março de 2015. A novidade ficará por conta da nova versão da Revista Histórica que além de artigos

 

científicos terá reportagens sobre o Arquivo Público do Estado e seus fundos documentais, agora com publicações semestrais.

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Documento traz registros do próprio Príncipe fornecendo terras ao filho do capitão mor da Freguesia de Itu

Uma equipe de estagiários que trabalham no Centro de Acervo Permanente do Arquivo Público do Estado de São Paulo, encontraram mais um importante documento no acervo da Instituição. Trata-se da Carta de Sesmaria escrita pelo Príncipe Regente Dom João VI, em 1799.

A carta foi encontrada por Amanda Pereira Siqueira, estudante de História na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) e Ana Sara Cunha Lara, estudante de Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (USP), ambas trabalham no projeto de organização do acervo do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP) - que está sob a guarda do Arquivo Público desde 2008. Segundo as estagiárias, na carta há registros do próprio Príncipe Dom João VI fornecendo terras ao filho do capitão mor da Freguesia de Itu.

"Encontrar um documento como este é emocionante, ainda mais quando você é estudante", disse Amanda. Para Ana Sara "unir o conteúdo que tem aprendido na faculdade com as experiências no Arquivo Público é uma bagagem fundamental para a profissão". 

Para consultar a Carta de Sesmaria basta comparecer  ao salão de pesquisa ao público do Arquivo Público do Estado de São , de segunda  a sexta-feira, sempre das 9 às 17 horas. O endereço é Rua Voluntários da Pátria, 596 - próximo à estação Tietê do metrô.


Legendas fotos:

1. Estagiárias Amanda Pereira Siqueira e Ana Sara Lara encontram Carta de Sesmaria escrita por Dom João VI

2. Carta de Sesmaria escrita pelo Príncipe Regente Dom João VI, em 1799

3. Além de Amanda e Ana Sara, na foto estão Letícia Lucato e Edson Pereira de Jesus, também estagiários do Arquivo

 

 

Sobre o Arquivo Público do Estado de São Paulo

O Arquivo Público do Estado de São Paulo é um dos órgãos mais antigos da administração pública paulista. Atualmente vinculada à Casa Civil, a instituição é responsável pela formulação de políticas públicas de gestão documental para o Governo do Estado de São Paulo.

Além disso, o Arquivo Público possui um rico acervo sobre a História de São Paulo, formado por mais de 10 km lineares de documentação.  Qualquer cidadão pode consultar gratuitamente este acervo, na sede do Arquivo Público ou pela internet. Já são mais de 400 mil imagens de documentos digitalizados e disponíveis para consulta em nosso site.

Com isso, o Arquivo Público trabalha para garantir aos cidadãos o pleno acesso às informações de interesse da sociedade, dando transparência às ações do Estado e, com isso, contribuindo para o fortalecimento da nossa democracia.

 

Informações para a Imprensa

Arquivo Público do Estado de São Paulo

Núcleo de Comunicação

Carolina Xavier (11) 2089-8124 | cananias@sp.gov.br | comunicacao@arquivoestado.sp.gov.br

Juliana Takayama e Valeria Ferreira (11) 2089-8182

A Revista Histórica é o periódico eletrônico do Arquivo Público do Estado de São Paulo

Uma nova edição da Revista Histórica - publicação online do Arquivo Público do Estado de São Paulo - está no ar.  Neste número, o tema em pauta é 'Vestígios da Escravidão', assunto que será analisado através de artigos que traçam as marcas deixadas pela escravidão na cultura, na política e na economia nacional.  

Os assuntos abordados pelos autores dessa edição demonstram a variedade de caminhos de pesquisa que podem ser seguidos para entender melhor a escravidão no Brasil. Como exemplo, a revista apresenta os textos "A saúde dos escravos em Minas Gerais após a Abolição da Importação de Africanos", escrito pelo professor de História da Universidade de Alfenas, Alisson Eugênio e "Imagens do trabalho escravo nas fotografias de Christiano Junior", escrito por Marcelo Eduardo Leite, professor na Universidade Federal de Cariri.

Além dos artigos, essa edição da Histórica Online mostra o trabalho feito no Arquivo Público para restaurar, digitalizar e difundir um importante acervo da escravidão: a coleção do jornal Redempção, um dos principais veículos do movimento abolicionista em São Paulo. Redempção foi publicado de 1887 a 1899, e a coleção que está sob a guarda do Arquivo é a mais completa que se conhece. Sua difusão pode também contribuir para ampliar e diversificar os estudos sobre escravidão.

Na seção Imagens de uma Época, o internauta pode entrar em contato com fotos e mapas que mostram locais do Estado de São Paulo que foram importantes para a história da escravidão. Além disso, está disponível uma prévia do Redempção digitalizado.

A Revista Histórica está disponível no endereço www.arquivoestado.sp.gov.br/historica

Sobre a Revista Histórica

A Revista Histórica é o periódico eletrônico quadrimestral do Arquivo Público do Estado de São Paulo. Herdeira da versão impressa - publicada entre 2000 e 2005 - a revista online surgiu com a finalidade de oferecer um espaço para que pesquisadores das áreas de História, Arquivística, Arqueologia, Antropologia, Sociologia e demais estudiosos da área de humanidades divulguem suas produções, sobretudo se os artigos forem produzidos com fontes do acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo. 

A próxima edição da Revista Histórica será dedicada às produções apresentadas no evento 'São Paulo e suas águas: passado e presente', realizado em março de 2014, no Arquivo Público do Estado de São Paulo. Na ocasião, os palestrantes abordaram questões como a situação passada e presente dos rios em São Paulo, seu papel na história da cidade e os atuais problemas relacionados ao tema, da impermeabilização do solo à poluição das águas.

 

 

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 Evento terá palestra com autor e sessão de autógrafos

O Arquivo Público do Estado de São Paulo lança, no dia 15 de maio, às 14h30, o livro Histórias da (I)migração: Imigrantes e Migrantes em São Paulo entre o final do século XIX e o início do século XXI, de Odair da Cruz Paiva. O autor é professor da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e especialista no estudo da imigração no estado.
A obra analisa a migração e imigração na formação da sociedade paulista, os sonhos que estimulam as pessoas e os grupos sociais a se deslocarem, as formas de sobrevivência encontradas por migrantes e imigrantes e também as transformações ocorridas no território urbano da cidade de São Paulo. Trata-se do segundo volume da coleção Ensino & Memória, que tem por objetivo auxiliar professores no uso de fontes históricas em sala de aula e também divulgar as potencialidades do acervo do Arquivo Público como recurso didático-pedagógico.
A publicação é composta por textos sobre a temática e sugestões de atividades pedagógicas, elaboradas pela equipe do Núcleo de Ação Educativa do Arquivo Público, para serem utilizadas em sala de aula.
O lançamento contará com uma palestra do autor e com a apresentação das atividades pedagógicas contidas no livro, ministrada por Andresa Oliver Barbosa, diretora do Núcleo de Ação Educativa.
Também haverá sessão de autógrafos e distribuição do livro gratuitamente para os participantes. Para os interessados que não estiverem presentes no dia, o livro também será distribuído gratuitamente por meio de envio de comprovação profissional de vínculo com instituições de ensino, além de ser disponibilizado em nosso site para download.
 SERVIÇO
Local: Auditório do Arquivo Público do Estado de São Paulo (Piso Térreo)
Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, São Paulo.
Data: 15 de maio de 2014, às 14h30.
 

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O Arquivo Público do Estado de São Paulo lança, no dia 15 de maio, às 14h30, o livro %u201CHistórias da (I)migração: Imigrantes e Migrantes em São Paulo entre o final do século XIX e o início do século XXI, de Odair da Cruz Paiva. O autor é professor da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e especialista no estudo da imigração no estado.

A obra analisa a migração e imigração na formação da sociedade paulista, os sonhos que estimulam as pessoas e os grupos sociais a se deslocarem, as formas de sobrevivência encontradas por migrantes e imigrantes e também as transformações ocorridas no território urbano da cidade de São Paulo. Trata-se do segundo volume da coleção Ensino & Memória, que tem por objetivo auxiliar professores no uso de fontes históricas em sala de aula e também divulgar as potencialidades do acervo do Arquivo Público como recurso didático-pedagógico.

A publicação é composta por textos sobre a temática e sugestões de atividades pedagógicas, elaboradas pela equipe do Núcleo de Ação Educativa do Arquivo Público, para serem utilizadas em sala de aula.

O lançamento contará com uma palestra do autor e com a apresentação das atividades pedagógicas contidas no livro, ministrada por Andresa Oliver Barbosa, diretora do Núcleo de Ação Educativa.

Também haverá sessão de autógrafos e distribuição do livro gratuitamente para os participantes. Para os interessados que não estiverem presentes no dia, o livro também será distribuído gratuitamente por meio de envio de comprovação profissional de vínculo com instituições de ensino, além de ser disponibilizado em nosso site para download.

 SERVIÇO

Local: Auditório do Arquivo Público do Estado de São Paulo (Piso Térreo)

Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, São Paulo.

Data: 15 de maio de 2014, às 14h30.

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O evento dá continuidade ao Programa de Implantação de Arquivos Públicos Municipais no Estado de São Paulo, iniciado em 2003.

  O Arquivo Público do Estado de São Paulo, em parceria com a Prefeitura de Registro e a Câmara Municipal, realizará no próximo dia 25 XIII Encontro Paulista sobre Gestão Documental e Acesso à Informação na cidade do interior paulista. O evento tem o objetivo de implantar Arquivos Públicos Municipais oferecendo fundamentos legais e técnicos, além da implantação de políticas de gestão documental e acesso à informação. O encontro é coordenado pelo Centro de Assistência aos Municípios do Departamento de Gestão do Sistema de Arquivos do Estado de São Paulo (CAM).

As inscrições já foram encerradas e devem participar cerca de cem pessoas, representantes de 20 prefeituras e 14 câmaras das regiões administrativas de Registro, Alto do Ribeira, Baixada Santista e dos municípios próximos de Sorocaba.

 A palestra focará em temas para institucionalização de Arquivos Públicos, acesso à informação, instalação do Serviço de Informação ao Cidadão (SIC), preservação de documentos eletrônicos e em suporte de papel. O encontro no município de Registro irá desenvolver ações permanentes na área de arquivos, com importância fundamental para a difusão da política de gestão de documentos nessa importante região administrativa.

Participarão do encontro representantes das áreas: jurídica, gestão, arquivo e protocolo, entre eles, Izaias José de Santana (Coordenador do Arquivo Público do Estado de São Paulo),Gilson Wagner Fantin (Prefeito de Registro), Ieda Pimenta Bernardes (Diretora Técnica do Departamento de Gestão do Sistema de Arquivos do Estado de São Paulo / Arquivo Público do Estado), Norma Cianflone Cassares (Diretora Técnica do Núcleo de Conservação / Arquivo Público do Estado), entre outros.

O Arquivo Público do Estado exerce o papel de formular e coordenar políticas públicas de gestão documental para Administração Pública Paulista, pois segundo a diretora do CAM, Camila Brandi:Hoje temos pouquíssimos municípios com arquivos instituídos e, em grande parte é por desconhecimento de uma legislação que obriga a ter um Arquivo Público. Também não conhecem a importância desse trabalho e os beneficios que isso trará  para a população e para a prefeitura. 

Dentre as ações voltadas para os municípios, o CAM realiza assistência gratuita na área de acesso à informação, além de encontros regionais e organiza cursos, palestras, seminários e treinamentos para os agentes públicos municipais.

Mais informações sobre os Encontros Paulistas, no site http://www.arquivoestado.sp.gov.br/saesp_encontro/index.php

  

Serviço:

 XIII Encontro Paulista sobre Gestão Documental e Acesso à Informação

 Próxima sexta-feira, dia 25 de abril, às 09 horas.

 Local: Rotary Club - Rua José Antônio de Campos, 450 - Centro - Registro/SP

 Inscrições encerradas

 

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O Arquivo Público do Estado de São Paulo abre no próximo dia 16, a exposição Povo, Praça, Participação: 30 anos das Diretas Já, mostra que irá relembrar o importante movimento político democrático que contou com grande participação popular no ano de 1984.

 A instituição, tendo sob sua guarda a documentação oficial produzida pelo governo paulista, fica em posição privilegiada para lembrar o movimento que trouxe a redemocratização ao país.

 O foco da exposição são as manifestações que tiveram a participação de milhares de brasileiros, através de passeatas e comícios, e que apoiavam as eleições diretas para presidente da República no Brasil. É importante lembrar que naquele contexto de reivindicações, o país estava sob o regime militar havia duas décadas e mesmo com toda a pressão popular, o povo sofreu um duro golpe com a rejeição da emenda do deputado Dante de Oliveira (que restabeleceria as eleições diretas para presidente da República), o que levou à eleição de Tancredo Neves pelo Colégio Eleitoral de forma indireta. O direito ao voto foi adiado e somente reconquistado nas eleições de 1989.  

 

Entre os materiais utilizados na exposição estão os relatórios do extinto Departamento de Comunicação Social (DCS), órgão que funcionou de 1983 a 1999, painéis com fotografias, som, vídeos e documentos dos principais comícios pelas Diretas Já realizados em São Paulo, como os da Praça da Sé (em 25 de janeiro de 1984, o primeiro grande comício com a participação de 300 mil pessoas), do Vale do Anhangabaú (16 de abril de 1984, o maior de São Paulo, com um milhão de participantes), entre outros realizados pelo Brasil.

 Esses comícios tinham à frente o locutor Osmar Santos  participação confirmada na abertura da exposição - que ficou conhecido como a Voz das Diretas. Ele esteve à frente de praticamente todos os comícios do movimento. Uma das atrações da exposição é um palanque em que o visitante poderá escutar um trecho do histórico comício no Vale do Anhangabaú narrado pelo locutor.

 A exposição terá ainda um cenário que trará a Praça da Sé no dia 25 de janeiro de 1984.

 Sem dúvida os anos oitenta foram essenciais para o renascimento da democracia brasileira. Entre 1982, retorno das eleições diretas para governadores e 1989, retorno das eleições diretas para presidente, o movimento "Diretas Já" foi o principal fenômeno agregador de todas as forças políticas que lutaram contra a ditadura. Momento raro de elevação e encontro de todos  que sonhavam e lutaram para o povo assumir papel ativo na condução dos destinos do país. O povo toma conta das praças para tomar conta do poder. É impossível não destacar a figura do Governador Franco Montoro, que com coragem e ousadia cívica põe-se à frente do campo de uma de suas batalhas, a batalha da Democracia. Ao completar 30 anos, este movimento precisa ser relembrado e festejado pelos mais antigos, e ensinado aos mais jovens, ressalta o coordenador do Arquivo Público, Izaias Santana.       

 

O movimento das Diretas Já  contou com o apoio de diversos artistas, jogadores de futebol e políticos da época como Chico Buarque, Fafá de Belém, Gilberto Gil, Fernanda Montenegro, Sócrates, Vladimir, Franco Montoro, Fernando Henrique Cardoso, Tancredo Neves, Ulysses Guimarães, José Serra, Mário Covas, Teotônio Vilela, Eduardo Suplicy, Leonel Brizola, Luis Inácio Lula da Silva, entre outros.

 

O acervo do Arquivo Público contará essa história em fotos, documentos e também com material de entidades apoiadoras, como a Fundação Memorial da América Latina e a Fundação Padre Anchieta.

  

SERVIÇO

Local: Arquivo Público do Estado de São Paulo (Piso Térreo)

Rua Voluntários da Pátria, 596 ,Santana, São Paulo.

Data de abertura: 16 de abril de 2014, às 17h30

Período da mostra: 17 de abril a 16 de agosto.

Horário de visitação: Segunda à sexta, das 9hs às 17hs.

Curadoria e Realização: Arquivo Público do Estado de São Paulo

Apoio: Memorial da América Latina e Fundação Padre Anchieta/TV Cultura

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Objetivo é garantir a padronização dos procedimentos de protocolo e a otimização das práticas administrativas nos órgãos e entidades estaduais

 O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, assinou o Decreto nº 60.334, que aprova o Manual de Normas e Procedimentos de Protocolo para a Administração Pública do Estado de São Paulo. O decreto foi publicado na edição de sexta-feira (4), do Diário Oficial do Estado.

 O Manual de Normas e Procedimentos de Protocolo para a Administração Pública do Estado de São Paulo foi elaborado pelo Arquivo Público do Estado, por meio do Centro de Coordenação dos Protocolos Estaduais, que integra o Departamento de Gestão do Sistema de Arquivos do Estado de São Paulo (DGSAESP). Seu principal objetivo é garantir a padronização dos procedimentos de protocolo e a otimização das práticas administrativas nos órgãos e entidades estaduais.Já estamos preparando uma oficina de capacitação para a aplicação do manual, destinada aos diretores que atuam nas sedes de protocolos centrais dos órgãos e entidades da administração pública estadual, explica Rogério Madeira, diretor substituto do Centro de Coordenação dos Protocolos Estaduais. O Manual será distribuído aos 94 órgãos e entidades estaduais, bem como nos encontros e palestras organizadas pela instituição.

 Para a elaboração do Manual foi realizada a análise de manuais técnicos e referências legislativas sobre procedimentos de protocolo produzidos por instituições públicas e privadas, do Brasil e do exterior, além de visitas técnicas aos setores de protocolo centrais das Secretarias de Estado e das entidades estaduais para conhecimento das práticas adotadas.

 As visitas técnicas ocorreram entre os meses de fevereiro de 2011 a março de 2012 e possibilitaram o mapeamento de diversas formas de execução de cada uma das atividades de protocolo, e das diferentes denominações que uma mesma atividade recebia, nos diversos órgãos e entidades da Administração Pública Estadual.

 A última etapa correspondeu à disponibilização do Manual para Consulta Pública no sítio do Arquivo Público do Estado, visando estimular a reflexão de todos os servidores estaduais que atuam nos serviços de protocolo da Administração Estadual para o aprimoramento de suas rotinas de trabalho, bem como a participação de outros interessados.

 Para a diretora do Departamento de Gestão do Sistema de Arquivos do Estado de São Paulo (DGSAESP), Ieda Pimenta Bernardes, a publicação do manual é um marco na política estadual de gestão documental. É preciso reconhecer que a gestão documental começa nas atividades de protocolo, por meio do controle da produção e tramitação dos documentos correntes, bem como da recuperação das informações neles registradas. No contexto da LAI [Lei de Acesso à Informação] e do Decreto n° 58.052/2012, que a regulamentou na Administração Estadual, os protocolos passaram a desempenhar uma função ainda mais estratégica, pois de sua eficiência depende a agilidade no fornecimento das informações solicitadas pelo cidadão. Os arquivos correntes preservam a memória do presente, reforça.

 O Manual de Normas e Procedimentos de Protocolo para a Administração Pública do Estado de São Paulo está disponível para download no endereço http://www.arquivoestado.sp.gov.br/saesp_publicacoes.php

 

 

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Evento acontece no próximo dia 7, em Caraguatatuba, e abordará a gestão de documentos, institucionalização dos Arquivos Públicos, acesso à informação, entre outros.

O Arquivo Público do Estado, em parceria com a Prefeitura e a Câmara Municipal de Caraguatatuba promove no próximo dia 7, o XII Encontro Paulista sobre Gestão Documental e Acesso à Informação, dando continuidade ao Programa de Implantação de Arquivos Públicos Municipais no Estado de São Paulo, iniciado no ano de 2003. O evento ocorrerá das 9h às 16h30, no Teatro Mário Covas.

 Coordenado pelo Centro de Assistência aos Municípios do Departamento de Gestão do Sistema de Arquivos do Estado de São Paulo (CAM/DGSAESP), o encontro têm por objetivo oferecer aos Poderes Executivo e Legislativo fundamentos legais e técnicos para a criação de Arquivos Públicos Municipais e implementação de políticas municipais de gestão documental e acesso, conforme estabelecido na Lei nº 8.159/1991 e na Lei de acesso a informação nº 12.527/2011.

 Mais de 150 pessoas, representantes de 40 municípios que integram a Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte já confirmaram participação no encontro, entre eles, Caçapava, Cachoeira Paulista, Caraguatatuba, Jacareí, Monteiro Lobato, Natividade da Serra, Paraibuna, Pindamonhangaba, Piquete, São Bento do Sapucaí, São José dos Campos, São Sebastião e Ubatuba.

 O evento contará com a presença do coordenador do Arquivo Público do Estado de São Paulo, Izaias Santana, do prefeito de Caraguatatuba, Antônio Carlos da Silva (PSDB), do presidente da Câmara, José Mendes de Souza Neto e do deputado estadual, Hélio Nishimoto (PSDB).

 PALESTRAS- As palestras abordarão temas voltados para a gestão de documentos, institucionalização dos Arquivos Públicos, acesso à informação, instalação do Serviço de Informação ao Cidadão (SIC), preservação de documentos eletrônicos e em suporte de papel. Essas ações são indispensáveis para que o pleno acesso à informação possa ser assegurado como direito essencial ao exercício da cidadania, para o controle das finanças públicas e para a transparência administrativa, bem como a preservação do patrimônio documental.

Entre os palestrantes confirmados estão: Ieda Pimenta Bernardes (diretora do Departamento de Gestão Documental do Sistema de Arquivos do Estado de São Paulo), Marcelo Antônio Chaves (diretor técnico do Centro de Assistência aos Municípios), Elissandra Patrícia Mello (diretora técnica da Central de Atendimento ao Cidadão), Ana Cândida de Carvalho (técnica do Núcleo de Conservação), Humberto Celeste Innarelli (supervisor da sessão de processos técnicos e atendimento/Arquivo Edgard Leuenroth - Unicamp), Rosemeire Simões Alves (diretora da Divisão do Arquivo Documental da Secretaria Municipal de Administração), Denise Aparecida Lemes da Silva (historiadora do Arquivo Público de Caraguatatuba), Luzia Rodrigues Prado (técnica do Arquivo Geral Municipal).

 O Arquivo Público do Estado exerce o papel de formular e coordenar políticas públicas de gestão documental para Administração Pública Paulista. Dentre as ações voltadas para os municípios, o CAM realiza assistência gratuita na área de acesso à informação, além de encontros regionais e organiza cursos, palestras, seminários e treinamentos para os agentes públicos municipais.

Serviço

 

ENCONTRO PAULISTA - GESTÃO DOCUMENTAL E ACESSO A INFORMAÇÃO

 

XII Encontro Paulista  Caraguatatuba

Data: 07 de abril

Horário: das 9h às 16:30h

Local: Teatro Mário Covas - Av. Goiás, 187 - Bairro Indaiá - Caraguatatuba (SP)

 

O Arquivo Público do Estado de São Paulo segue com a exposição 'Povo, Praça, Participação: 30 anos das Diretas Já', mostra que relembra o importante movimento político democrático que contou com grande participação popular no ano de 1984.

 A instituição, tendo sob sua guarda a documentação oficial produzida pelo governo paulista, fica em posição privilegiada para lembrar o movimento que trouxe a redemocratização ao país.

 O foco da exposição são as manifestações que tiveram a participação de milhares de brasileiros, através de passeatas e comícios, e que apoiavam as eleições diretas para presidente da República no Brasil. É importante lembrar que naquele contexto de reivindicações, o país estava sob o regime militar havia duas décadas e mesmo com toda a pressão popular, o povo sofreu um duro golpe com a rejeição da emenda do deputado Dante de Oliveira (que restabeleceria as eleições diretas para presidente da República), o que levou à eleição de Tancredo Neves pelo Colégio Eleitoral de forma indireta. O direito ao voto foi adiado e somente reconquistado nas eleições de 1989.  

 

Entre os materiais utilizados na exposição estão os relatórios do extinto Departamento de Comunicação Social (DCS), órgão que funcionou de 1983 a 1999, painéis com fotografias, som, vídeos e documentos dos principais comícios pelas Diretas Já realizados em São Paulo, como os da Praça da Sé (em 25 de janeiro de 1984, o primeiro grande comício com a participação de 300 mil pessoas), do Vale do Anhangabaú (16 de abril de 1984, o maior de São Paulo, com um milhão de participantes), entre outros realizados pelo Brasil.

 Esses comícios tinham à frente o locutor Osmar Santos que participou da abertura da exposição - que ficou conhecido como a Voz das Diretas. Ele esteve à frente de praticamente todos os comícios do movimento. Uma das atrações da exposição é um palanque em que o visitante poderá escutar um trecho do histórico comício no Vale do Anhangabaú narrado pelo locutor.

 A exposição traz ainda um cenário da Praça da Sé no dia 25 de janeiro de 1984.

 O movimento das Diretas  contou com o apoio de diversos artistas, jogadores de futebol e políticos da época como Chico Buarque, Fafá de Belém, Gilberto Gil, Fernanda Montenegro, Sócrates, Vladimir, Franco Montoro, Fernando Henrique Cardoso, Tancredo Neves, Ulysses Guimarães, José Serra, Mário Covas, Teotônio Vilela, Eduardo Suplicy, Leonel Brizola, Luis Inácio Lula da Silva, entre outros.

 

O acervo do Arquivo Público contará essa história em fotos, documentos e também com material de entidades apoiadoras, como a Fundação Memorial da América Latina e a Fundação Padre Anchieta.

 

 SERVIÇO

Local: Arquivo Público do Estado de São Paulo (Piso Térreo)

Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, São Paulo.

Data de abertura: 16 de abril de 2014, às 17h30

Horário de visitação: Segunda à sexta, das 9hs às 17hs.

Curadoria e Realização: Arquivo Público do Estado de São Paulo

Apoio: Memorial da América Latina e Fundação Padre Anchieta/TV Cultura

Arquivo Público do Estado de São Paulo

Núcleo de Comunicação

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O Arquivo Público do Estado, em parceria com prefeituras e câmaras municipais, promove neste primeiro semestre, três Encontros Paulistas sobre Gestão Documental e Acesso à Informação, dando continuidade ao Programa de Implantação de Arquivos Públicos Municipais no Estado de São Paulo , iniciado no ano de 2003.

 Os encontros, coordenados pelo Centro de Assistência aos Municípios do Departamento de Gestão do Sistema de Arquivos do Estado de São Paulo (CAM/DGSAESP), acontecem nas cidades de Caraguatatuba (07 de abril), Registro (25 de abril) e Franca (07 de maio). Os eventos têm por objetivo oferecer às Prefeituras e Câmaras Municipais do Estado de São Paulo fundamentos legais e técnicos para a criação de Arquivos Públicos Municipais e implementação de políticas municipais de gestão documental e acesso, conforme  estabelecido na Lei nº 8.159/1991 e na Lei de acesso a informação nº 12.527/2011.

 As palestras abordarão temas voltados para a gestão de documentos, institucionalização dos Arquivos Públicos, acesso à informação, instalação do Serviço de Informação ao Cidadão (SIC), preservação de documentos eletrônicos e em suporte de papel. Essas ações são indispensáveis para que o pleno acesso à informação possa ser assegurado como direito essencial ao exercício da cidadania, para o controle das finanças públicas e para a transparência administrativa, bem como a preservação do patrimônio documental.

 Nos encontros de Caraguatatuba e Franca, compõem também a programação os relatos dessas prefeituras, que estreitaram a parceria com o Arquivo Público do Estado de São Paulo e estão desenvolvendo trabalhos de aprimoramento de sua legislação, da estrutura de guarda de documentos, gestão de documentos e acesso.

 Já a Câmara de Vereadores e a Prefeitura de Registro têm buscado o apoio do Arquivo Público do Estado de São Paulo para desenvolver ações permanentes na área de arquivos. Essas ações são importantes para a difusão da política de gestão de documentos nessa importante região administrativa do estado de São Paulo.

Participam dos encontros representantes das áreas: jurídica, gestão, arquivo e protocolo, entre eles, Izaias José de Santana (Coordenador do Arquivo Público do Estado de São Paulo), Antonio Carlos da Silva (Prefeito de Caraguatatuba), Gilson Wagner Fantin (Prefeito de Registro), Alexandre Augusto Ferreira (Prefeito de Franca), Ieda Pimenta Bernardes (Diretora Técnica do Departamento de Gestão do Sistema de Arquivos do Estado de São Paulo / Arquivo Público do Estado), Humberto Innarelli (Supervisor da Seção de Processos Técnicos e Atendimento / Arquivo, Edgard Leuenroth - IFCH/UNICAMP), Norma Cianflone Cassares (Diretora Técnica do Núcleo de Conservação / Arquivo Público do Estado), entre outros.

O Arquivo Público do Estado exerce o papel de formular e coordenar políticas públicas de gestão documental para Administração Pública Paulista. Dentre as ações voltadas para os municípios, o CAM realiza assistência gratuita na área de acesso à informação, além de encontros regionais e organiza cursos, palestras, seminários e treinamentos para os agentes públicos municipais.

Serviço

 ENCONTROS PAULISTAS - GESTÃO DOCUMENTAL E ACESSO A INFORMAÇÃO

 XII Encontro Paulista  Caraguatatuba

Data: 07 de abril,

Horário: das 9h às 16:30h

Local: Teatro Mário Covas - Av. Goiás, 187 - Bairro Indaiá  - Caraguatatuba (SP)

Inscrições: http://www.arquivoestado.sp.gov.br/saesp_encontros/index.php

 

XIII Encontro Paulista - Registro 

Data: 25 de abril

Horário: das 9h às 16:30h

Local: Centro Cultural K.K.K.K. - Rua Miguel Abi Azar, s/nº - Centro - Registro (SP)

Inscrições: http://www.arquivoestado.sp.gov.br/saesp_encontros/index.php

 

 XIV Encontro Paulista - Franca 

Data: 07 de maio

Horário: das 9h às 16:30h

Local: Câmara Municipal de Franca - Rua da Câmara, nº 01 - Bairro São José  Franca (SP)

Inscrições: http://www.arquivoestado.sp.gov.br/saesp_encontros/index.php

 

 

 

 Arquivo Público do Estado de São Paulo

Núcleo de Comunicação

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Juliana Takayama e Valeria Ferreira (11) 2089-8182

 

 No mês de encerramento da exposição O Tempo e as Águas: formas de representar os rios de São Paulo, o Arquivo Público do Estado realizará um dia de debate e seminário sobre os rios no cotidiano de São Paulo. O evento, chamado São Paulo e suas águas: passado e presente acontece no dia 20 de março de 2014, no auditório do Arquivo Público, a partir das 10h.

 Na parte da manhã, o cineasta Caio Ferraz e o professor Alexandre Delijaicov discutem os rios de São Paulo a partir do documentário Entre Rios, que está em cartaz na exposição. O debate abordará a situação dos rios em São Paulo, a degradação, a ocupação urbana e as perspectivas de mudança. Caio é diretor do documentário e Alexandre Delijaicov é arquiteto da Prefeitura de São Paulo e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). 

 Na parte da tarde acontece o Seminário, que contará com duas mesas: a primeira, chamada As águas e a cidade, terá as palestras Transformações urbanas: a construção social das inundações na cidade de São Paulo  e São Paulo e seus rios em finais do século XIX: Dos planos à criação da Comissão de Saneamento das Várzeas , dos professores Fábio Alexandre dos Santos e Cristina Campos, respectivamente. A mediação ficará a cargo de Janaína Yamamoto, diretora do Núcleo de Acervo Cartográfico do APESP e uma das curadoras da exposição.

 A Mesa 2 História e memória das águas- será mediada por Fernando Atique, professor da Unifesp e autor de livros sobre história da arquitetura, história urbana e patrimônio. A mesa terá as palestras Patrimônio cultural e natural do Alto Tietê. Desafios da conservação das memórias no marco da modernidade , de Silvia Zanirato e Rio Paranapanema: escalas de análise na história ambiental paulista (1886-1966) , do professor Paulo Henrique Martinez.

 A exposição O Tempo e as Águas  ficará em cartaz no Arquivo até o final de março e conta com 25 mapas, sendo três deles desenvolvidos com o software livre gvSIG. Esse tipo de programa permite que as informações de mapas antigos sejam sobrepostas aos mapas modernos, em diversas camadas, abrindo possibilidades inéditas de aprofundamento de pesquisa. Os visitantes também podem ver projeções elaboradas com o auxílio de geotecnologias, como o sistema viário de São Paulo ou o Rio Tamanduateí em diversas épocas.

 A mostra, que teve em média 500 visitantes desde a inauguração, tem a curadoria da diretora do Núcleo do Acervo Cartográfico do Arquivo, Janaína Yamamoto; da professora da USP (Universidade de São Paulo), Dra. Iris Kantor e dos professores da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Dr. Janes Jorge e Dr. Luís Ferla.

 Programação do evento "São Paulo e suas águas: passado e presente"

 Debate

 10h às 12h - O cineasta Caio Ferraz e o professor Alexandre Delijaicov discutem os rios de São Paulo a partir do documentário Entre Rios.

Caio Ferraz é diretor do documentário Entre Rios, em cartaz na exposição O Tempo e as Águas. Alexandre Delijaicov é arquiteto efetivo da Prefeitura de São Paulo e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Após a apresentação do filme no telão do auditório, Caio contará detalhes da produção do documentário e debaterá com o professor Alexandre e com o público sobre a situação dos rios em São Paulo, a degradação, a ocupação urbana e as perspectivas de mudança.

 Seminário  

 14h às 15h30 - Mesa 1 -As águas e a cidade.

 Transformações urbanas: a construção social das inundações na cidade de São Paulo. Fábio Alexandre dos Santos  Unifesp/Hímaco.

Professor de História Econômica da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), campus Osasco, e pesquisador do Grupo Hímaco (História, Mapas e Computadores).

 São Paulo e seus rios em finais do século XIX: dos planos à criação da Comissão de Saneamento das Várzeas. Cristina Campos /Unicamp.

Pós-doutora em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP. Professora colaboradora do Programa de Pós-graduação em Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas.

 Mediação: Janaína Yamamoto (NAC - APESP)

Geógrafa formada pela Universidade de São Paulo e diretora do Núcleo de Acervo Cartográfico do APESP. Integrante do Grupo Hímaco (História, Mapas e Computadores) e pesquisadora pela FAPESP. Faz parte da coordenação da comunidade brasileira de gvSIG.

 Debate com o público.

Intervalo. 

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